24.8.10

Pegue carona com a Globo para o show de Ivete Sangalo em Toronto

Mora no Canadá e quer ver a Ivete Sangalo levantar a poeira no Yonge-Dundas Square dia 6 de setembro na festa do dia da independência do Brasil, em Toronto? A Rede Globo Internacional te dá uma ajudinha. Mas seja rápido porque a data para inscrição no concurso vai até dia 29 de agosto.



Me conte, aqui no blog, se ganhou, e vamos tomar uma loira gelada por lá!

Boa sorte!


23.8.10

BBB (bom, brega e barato) Honest Ed's em Toronto

Esse post é para o meu amigo Alexandre Sayar, que está indignado que eu não falo dele no meu blog. Vai também um pedido de desculpas, por não ter levado a mulher dele, Eliane, no Honest Ed’s, durante a visita dela ao Canadá, dias atrás. Ao invés, levamos o cartão de crédito dele para passear nas lojas chiquetérrimas de Yorkville e Yorkdale Mall...Sorry, Alê, deixa pra próxima, quando você estiver por perto para controlar os nossos gastos! By the way, espero que a tarja magnética do seu cartão ainda funcione...!

O fato é que eu nem lembrei dessa parte da cidade, tamanha a minha ansiedade em receber as minhas amigas e mostrá-las Toronto em cinco dias. Uma pena pois, além da loja Honest Ed’s em si, um marco da cidade e do trabalho do empresário Edward Mirvish, há também várias galerias, boutiques e cafés charmosos ao redor, como o Victory Café, na área conhecida como Mirvish Village.

Mirvish Village (foto: Mirvish Village BIA, divulgação)

Victory Café na Mirvish Village (foto: divulgação)

Ed Mirvish tem uma história pra lá de interessante. Filho de judeus lituanos, nasceu em Virgínia, em julho de 1914 e veio para Toronto, com sua família, em 1920. O pai montou um mercadinho na Dundas Street. Ed tinha quinze anos quando o pai morreu, e teve de largar os estudos para ajudar a sustentar a família. Mais tarde, montou uma lavanderia e trabalhou como comprador para o fundador da rede de supermercados Loblaws. Em 1948, abriu o empório Honest Ed’s, que ficaria famoso, rapidamente, pelos baixíssimos preços praticados. Também pelos slogans, decoração e marketing a la Chacrinha, tipo “Não desmaie de susto com nossos preços baixos; não há lugar para cair!” e distribuição de perus de graça no Natal. A fachada da loja não fica atrás em breguice: um quarteirão inteiro de loja, com gigantescos luminosos em vermelho, branco e amarelo, lembrando à chamadas de peças e estreias de filmes antigos. Tudo devidamente iluminado com milhares de lâmpadas de camarim redondas, perfeita entrada de circo.

Fila na entrada da loja Honest Ed's, 1960. City of Toronto Archives, Fonds 1257, Series 1057, Item 465.

Brega ou não, o império de Mirvish cresceu e se expandiu além povão. Em 1962, Mirvish adquiriu o Royal Alexandra Theatre, salvando o prédio histórico de 1907 e estilo edwardiano, da demolição, e transformando-o numa elegante casa de espetáculo, como é, até hoje. Mirvish também comprou e restaurou o Old Vic Theatre (vendido posteriormente) e financiou a obra do Princess of Wales Theatre, construído especialmente para receber a produção Miss Saigon, em 1993.

Sua companhia de produções foi quem trouxe peças da Broadway a Toronto, como O Rei Leão, Mamma Mia! e Hairspray.

Além disso, é também creditado a ele o ressurgimento do perímetro ao redor de sua loja, o quadrilátero das ruas Bathurst, Bloor, Lennox e Markham. Diz a lenda que Mirvish haveria comprado um bloco inteiro de casas na rua Markham com a intenção de construir um imenso estacionamento para a sua loja, mas a prefeitura deu pra trás com a autorização para a obra, alegando ser área residencial. Como bom homem de negócios, Mirvish não se deu de rogado. Inspirado pela ideia da mulher em usar uma das casas como estúdio de arte, renovou-as e as alugou para artistas e donos de galerias cansados de pagar altos aluguéis nas bandas da já cara Yorkville. Não demorou muito para charmosos cafés e restaurantes seguirem a trilha. Hoje, a rua Markham e imediações é conhecida como Mirvish Village, no coração da The Annex, point dos descolados de Toronto.

Mapa do quadrilátero das ruas Bathurst, Bloor, Lennox e Markham, no coração da Annex

Desde que completou 75 anos, Mirvish passou a celebrar seu aniversário com uma grande festa em sua loja, regada a descontos ainda mais arrasadores (como itens a 92 centavos na comemoração dos seus 92 anos, em 2006) e fartura de comida e entretenimento de graça.

Peru, bolo e arte de graça

Com sua morte, em 11 julho de 2007 (catorze dias antes de completar 93 anos), seus negócios passaram a ser tocados por seu único filho, David, que parece seguir os passos do pai. Em 2008, o empresário adquiriu os teatros Canon e Panasonic, em Toronto. Quanto a Honest Ed’s, ela continua de pé, assim como a tradição de dar peru e bolo de frutas de graça, a mais de 1 500 famílias, uma ou duas semanas após a Parada do Papai Noel, no final de cada novembro, exatamente como fazia, há mais de 25 anos, aquele outro bom velhinho.

Edward Mirvish, o "Honest Ed"

Honest Ed's

581 Bloor Street West
(416) 537.1574

20.8.10

Winners, a Century 21 de Toronto e La Senza, a irmã canadense da Victoria's Secret

De volta a Toronto. Um misto de emoções e sentimentos cavalgam feito cavalos doidos na minha mente. Minhas amigas voltando para o Brasil e eu, mais uma vez, kissing goodbye e retornando para o Canadá. Aquela conhecida sensação de vazio, de alguém ter arrancando um dos meus braços a sangue frio; a volta do silêncio, do by myself. Mas, foi legal, curtimos muito, renovei meu estoque de lembranças, dei tantas gargalhadas que valeram horas e horas de abdominais. Vamos voltar com as pernas tonificadas, de tanto bater perna de loja em loja, e a barriga sequinha, de tanto rir. E o bolso vazio.

Tenho que admitir que estourei o budget, mas atire o primeiro cartão de crédito quem nunca passou por isso em Nova York. Aliás, nem precisei ir tão longe. O estrago já começou em território canadense mesmo. Culpa dos outlets da La Senza e da meca de descontos Winners. E pensar que eu morei por aqui anos sem nunca ter pisado o pé numa Winners! Não sei como sobrevivi!

A La Senza era canadense até um tempo atrás, quando o dono da marca Victoria’s Secret a adquiriu. É a cara da VS, mas com preços um pouco mais acessíveis. Com a chegada das lojas da VS no Canadá agora em agosto, as lojas da irmã canadense passaram por um face lifting. Particularmente, eu preferia o estilo menos glam que tinham antes, mas gosto não se discute, e a qualidade dos produtos continua a mesma, se não melhor.

Minhas amigas Sandra e Eliane exibindo, orgulhosas, as sacolinhas da La Senza

No ano passado, eu descobri um dos outlets da La Senza em Mississauga, cidade vizinha de Toronto e desde então, virei cliente. No Natal, arrebatei sutiãs de cotton, com cores e design transados, alças removíveis e diferentes combinações pelo absurdo preço de 3 por 10 dólares! Minhas amigas bem que poderão abrir uma lojinha pela quantidade de lingerie que levaram, com preços variando entre 6 a 10 dólares. E nisso incluem sutiãs não só de cotton, mas lycra, renda e microfibra, daqueles macios e sem costura.

Já na Winners, o negócio beirou a desvario. Para quem não conhece, essa cadeia de lojas recebe, diariamente, excesso de estoque de outras lojas, revendendo-os com descontos que chegam a 60% do preço original. Uma espécie de Century 21, mas com menos cara de loja de descontos. Nas prateleiras, encontra-se de tudo, de produtos de beleza a roupas, papelaria, cama, mesa, banho, sapatos, bolsas, acessórios, decoração. E tudo de marca, com nomes como Armani, Versace, Guess, Kerastase, Paul Mitchell, Michael Kors.

Nova York, depois de nós três, não será mais a mesma. Toronto depois delas, também não. Já estou me vendo percorrendo os corredores da Winners e lembrando das minhas amigas, ou buscando itens da lista de pedidos delas que, eu sei, não vai demorar a pintar no meu email...!

15.8.10

Novo susto na Times Square, evacuada

Saio para comer uma pizza em algum lugar próximo do meu hotel, no coração do Times Square, e não é que dou de cara com o quarteirão totalmente fechado, cheio de carros de bombeiros e polícia pra tudo quanto é lado?! Nada podia ser tão NY.

Claro que o sangue de jornalista ferveu e esqueci que estava de férias. Câmera em mãos, mas sem credencial de mídia, tive que sair pescando aqui e ali. E o que descobri até o momento, uma hora depois que a área começou a ser evacuada:

- A história que está sendo contada, por enquanto, é que houve um vazamento no 50º andar do prédio do hotel Marriot, que fica do lado de uma mega-loja da Aeropostale que está em construção. O vazamento seria de peróxido (quem me disse foi um dos bombeiros), um produto inofensivo. Não houve vítimas, mas algumas pessoas chegaram a ver uma pessoa deitada no chão, dentro do prédio.

Agora, 10h42 da noite, o barulho das sirenes já estão diminuindo. Vamos ver se a história é realmente isso mesmo. Checo na CNN, nada do assunto. Nada no Google idem. De qualquer modo, precisava contar para vocês, claro. Vamos ver se agora posso comer minha pizza.

Fotos:










13.8.10

Amigas em Toronto - Parte 2 - shopping spree

Já faz uma semana que eu falei que estava indo buscar as minhas amigas no aeroporto de Toronto?! Fala sério, acho que dia de viajante não tem 24 horas, deve acompanhar o tempo do voo.

A hora passou tão rápido, não deu pra fazer metade do que havíamos planejado, e já estamos em outra cidade, outro universo chamado Nova York.

Conselho de amigo: em querendo conhecer Nova York e Toronto na mesma viagem, comece pela primeira. As malas das duas estão abarrotadas de compras, coitadas. Já estou vendo despesas com excesso de bagagem, e compra de mala extra, claro.

Quando eu falo que Toronto também é destino de shopping ninguém acredita. É La Senza, Lise Watier, Winners. E Dollarama!!! Nossa, como a gente se divertiu ali! Foram hooooooras olhando todos os trecos, apetrechos de cozinha, pazinha pra isso, potinho pra aquilo. O povo é criativo, e a qualidade dos produtos chega a ser igual a muita lojinha de importados do Brasil.

Nem o clima lembrando verão brasileiro foi suficiente para convencê-las a sair do shopping e pegar uma piscina, dar um up no bronze nas praias ao redor do Toronto Island. Que sol, que nada. Deixa isso pra quando estiverem no Brasil. O negócio foi power shopping all the way. Todo mundo foi lembrado, até os cachorros e gatos, com muita comidinha e brinquedinhos. Para uma delas, óculos de grau da Tiffany & Co. Vai chegar arrasando em Sampa.



Vista da cidade de Toronto Island

No ultimo dia, consegui arrastá-las para o meu quintal. Elas nem sabiam o que era ar fresco mais. Como boa despedida de brasileiro, rolou um churrasco, Canadian: batata assada, milho, steak grosso e macio, pão de alho e uma saladinha para contrabalançar. Para brindar, um coquetel multicultural de cerveja: Corona, Heineken, Coors Light, Stella Artois e a minha preferida, Malzbier, da Antarctica, que veio especialmente para mim, do Brasil. Pode-se tirar a brasileira do Brasil, mas nunca o Brasil de dentro dessa brasileira. Tin tin!

6.8.10

Toronto para amigas



Minhas duas melhores amigas do Brasil estão vindo me visitar! Nem acredito que vou ter as duas, aqui, só pra mim, em Toronto! Quer dizer, em partes. Certo que não vou ter os filhos delas para competir, nem família, nem trabalho. Mas vou ter os shoppings, as lojas e as atracões turísticas medindo forças comigo. Estou na dúvida se vamos ter tempo de “botar a fofoca em dia” enquanto elas estiverem aqui ou se vou ter que mandar um email quando voltarem para São Paulo!

Portanto, nos próximos dias, vocês já sabem, estarei dando uma de guia turístico, mostrando cada pedacinho (e cada lojinha) de Toronto, uma coisa que eu adoro. E, claro, vou dividir com vocês nossas experiências, na medida do possível, porque não sei se minha habilidade de blogar vai ser compatível com a velocidade de três mulheres soltas na cidade, cartão de crédito em punho e a missão de ver tudo, comprar o que puder, ir onde conseguir, comer onde puder parar, enfiar tudo na mala sem exceder 32 quilos e ainda deixar espaço para as compras em New York! O quê? Eu não falei que vamos, as três juntas, para NY semana que vem?! Menina!

Elas irão ficar em Toronto por cinco dias. Uma, a Eliane (Li para os íntimo) já conhece a cidade. Para Sandra (San), será a primeira viagem internacional. Que privilégio, o meu!

As duas querem ver tudo, claro, mas o foco será compras, evidente. Elas estão chegando amanhã a tarde, dia do meu niver (parabéns para mim, nessa data querida...!) Então, pensei num roteirinho mais ou menos assim, veja o que acha:

- Sábado final de tarde, começo da noite: Yorkville. Já começamos com estilo. Damos uma voltinha na Bloor Street, conhecemos as lojas chiquetérrimas do lugar, como Chanel, Prada, Gucci, Hermès. Matamos a vontade de gastar na Winners e fechamos com chave de ouro, na Anthropologie, que eu amo (vou falar dela novamente, don’t worry).

Yorkville

Yorkville

Agora, me bateu uma dúvida: levo-as no Café Nervosa, que tem o melhor rooftop de Yorkville para apreciar o movimento das Ferraris, Porshes e transeuntes montadas, no melhor estilo de cast de Gossip Girls, ou vou direto para o MoRoCo Chocolat, o restaurante mais girlie da região? Com decoração em tons de branco, prata e cinza, pomposos cristais e veludos, é o lugar perfeito para levar as amigas (ou impressionar a namorada, anota aí). Hum, não sei. Talvez farei os dois, já que o MoRoCo também tem uma lojinha de chocolates e macaroons que parece um conto de fadas. Vamos ver.

Café Nervosa

MoRoCo Chocolat

Banheiro do MoRoCo Chocolat, olha que sonho!

- Domingo: como a Li resolveu furar o meu esquema indo visitar uma "outra" amiga dela que mora em Burlington (ciumenta, eu? Imagina!), minha revanche será levar a San para um tour por Toronto. Vamos até a Little Italy, onde fica as melhores cantinas de Toronto, Corso Itália, outro bolsão italiano, onde morei e onde fica o fantástico 900 Café. Tudo nesse café foi trazido da Itália, das máquinas de sorvete ao balcão de mármore à majestosa porta do lugar. Melhor cappucino e sorvete da cidade.

Corso Italia em época de Copa. A região é o QG dos torcedores latinos em Toronto

Corso Italia durante o festival de rua no verão

Também iremos para o centro, onde mostrarei os distritos financeiro e de entretenimento, um coladinho do outro. Ali por perto fica o cruzamento mais famoso da cidade – o Yonge-Dundas Square – assim, ela pode compará-lo com o Times Square quando em New York. É ali que fica o shopping Eaton Centre, queridinho dos turistas, a loja da Forever 21 e o Chipotle Mexican Grill, que tem, impreterivelmente, o melhor burrito do país, do continente, do planeta. E ponto. A rede é americana e chegou em Toronto há uns dois anos. Eu não curti muito essa história de jogar meu arroz e feijão numa tortilla e enrolar tudo junto com carne e salada. "Argh", pensei. Mas, o gosto do feijão com bacon deles, o arroz fresquinho, a carne desfiada, ou o frango bem grelhado com aquelas marcas de grelha....caí de quatro. Para expatriado, que só vê arroz e feijão em casa, se fizer, não há emenda melhor. Só cuidado com a pimenta, que rola solta, aliás, estamos falando de comida mexicana, apesar de americanizada.

Fachada de uma das entradas do Eaton Centre Toronto

Voltamos para casa, pegamos a Li e vamos passar a noite em Niagara Falls. Apesar de ter ido para lá, no mínimo, 214 vezes (toda vez que hospedo amigos e parentes do Brasil), ainda me emociono com as cataratas e com o parque em torno. Cada estação do ano revela uma beleza diferente, com a primavera trazendo as flores para o parque; no outono, folhas nas mais variadas nuances de laranja, vermelho e amarelo. O verão é aquele frenesi de gente. Mas, é no inverno que eu piro: a vegetação – e tudo o mais – congela, transformando o parque e as cataratas (que não congelam devido à força da queda d’água), num paraíso de cristal. Sabe o filme do Super-Homem que mostra o planeta dele, todo feito de vidro, gelo, sei lá? Então, é mais ou menos assim. Fantástico, irreal.

Niagara Falls no inverno






Mas, deixa o frio de lado, que eu quero mais é me estorricar no sol.

De volta a Toronto na segunda à noite, vou levás-la para comer, porque cozinhar, nem pensar, eu hein?! Te conto depois onde vamos. Tem a pizzaria Libretto, a cantina Olivia's at Fifty Three, o One...

Na terça, será o primeiro dia oficial de compras, yeah! Estou pensando no shopping Yorkdale, que tem a loja recém-inaugurada da Pink by Victoria’s Secret e a Crate & Barrel, de decoração e mobília, além de Michael Kors, Kiehl's..... De lá, damos um pulo no outlet da canadense Kitchen Stuff Plus, paraíso de gadgets para cozinha, banheiros e afins.

Quarta será dia de CN Tower, Queen Street West e arrumar as malas para NY. Espero não morrer de ansiedade até amanhã!!!!!

4.8.10

Oliver & Bonacini comanda a cozinha do TIFF

O TIFF não morre mais. Falando no festival, olha só quem vai comandar o espaço gastronômico do lugar: a rede de restaurantes toda poderosa Oliver & Bonacini, dona do Canoe, que eu gosto tanto, entre outros.

Serão dois restaurantes, o O&B Canteen, mais casual, estilo café, com opções to go, e o Luma, mais formal, com lounge e cobertura. A preocupação com estilo e bom gosto vai além do menu, que tem como responsável o chef Jason Bangerter, do restaurante Auberge du Pommier, da rede. Já a decoração dos dois ambientes está a cargo dos arquitetos da KPMB, que também assina o projeto do Bell Lightbox.

Pelo que parece, ambos os restaurantes vão dar um up, bem merecido e mais do que tardio, na redondeza. Pátio com mesinhas na calçada, criando uma “extensão da rua”, como diz o release, no design do café bistro O&B Canteen, que terá espaço para 90 mesas, mais uma mesa enorme tipo balcão, que a gente já sabe que é receita infálivel para azaração, puxar papo, fazer amizades. Do lado de fora, mais 70 lugares. Espaço não vai faltar. Inauguração prevista para o meio desse mês, com café da manhã, almoço, jantar, sete dias da semana.

Protótipos do menu do Luma: hamburguer de lagosta...

...e gnocchi de ricota com queijo parmesão, tomate e manjericão

Já o Luma vai ocupar o segundo andar do complexo, um nada modesto espaço de mais de 2.400 metros. A decoração vai ser estilosa, com muito couro, madeira e pedras, além de espaçosas janelas com vista panorâmica para a King Street West, pedacinho que concentra o melhor do entretenimento na cidade. O menu, ainda em preparação, terá como inspiração o multiculturalismo canadense, com ênfase em ingredientes locais, o tal do “farm-to-table” deles. O restaurante está previsto para abril no final do final, e vai servir almoço e jantar.

Para quem acha que é só, tem mais: no sexto andar do complexo, ainda vai funcionar o Malaparte, espaço para eventos, com uma magnífica vista da cidade. Vai ter, também, anfiteatro outdoor e terraço, construídos com partes remanescentes da amada por uns, odiada por outros, Villa Malaparte (daí o nome do lugar), na ilha de Capri. Inauguração prevista para novembro.

Villa Malaparte, ilha de Capri


Desculpa pelo trocadilho mas, não é que o pessoal do BellLightbox pensou out-of-the-box?