4.6.10

Toronto já tem hotel-boutique Thompson, com Scarpetta Restaurant para chamar de seu

Toronto está crescendo e aparecendo. Eu sempre aconselho para quem estiver de passagem por aqui que tire foto do skyline da cidade porque, na próxima visita, o cenário, com certeza, não será mais o mesmo.

A cidade está sendo inundada de novos arranha-céus e construções que nunca acabam. Uma que acabou foi a do hotel Thompson Toronto, inaugurado essa semana e que já está dando o que falar.

Eu acabei de receber o press release da assessoria de imprensa deles e amei a foto da piscina, no 16º andar do hotel, localizado na região up and coming da King West Village, para alívio dos concorrentes chiques do bairro posh Bloor-Yorkville. Apesar de que, em Toronto, sempre se está a um pulinho de tudo.


O hotel está super bem localizado, com vários restaurantes badalados por perto, como os Madeline’s e Lee, ambos do chef Susur Lee, o Buca Restaurant, e casas de espetáculos do Distrito do Entretenimento, a minutos de distância, a pé.

Badalado também será o restaurante do próprio hotel, Scarpetta. Você já ouviu falar desse nome, não é? Isso mesmo, o chef por trás dele é o americano Scott Conant, dono do premiado restaurante homônimo, em Nova York que, de acordo com o website, tem lista de espera de um mês! Good luck! Melhor ir no irmãozinho gêmeo de Toronto, antes que a onda chegue por aqui!

O Thompson Toronto faz parte da rede de nove hotéis-boutique do grupo Thompson Hotels, todos nos Estados Unidos, até então, incluindo o moderninho 60 Thompson, no Soho, e o badalado Hollywood Roosevelt, em L.A.

O complexo de dezesseis andares e 102 quartos, incluindo uma mega-cobertura de 200 metros quadrados e 4,500 dólares a diária, promete ser o mais estiloso de todos. Com exterior e interior todinhos de vidro (canadense A-DO-RA um vidro!), foi projetado pelo novaiorquino Studio Gaia para criar a sensação de não haver separação entre dentro e fora, possibilitando uma fantástica vista da cidade de qualquer canto do hotel (mas eu tenho que falar que o hotel Intercontinental já tem isso, mas de um modo mais tímido, só uma esquininha do corredor de cada andar, o suficiente para fazer as pernas tremerem…).


No 16º andar, como eu já falei, uma piscina de matar, com mais vista panorâmica da cidade e lounge coberto para ser curtido durante o ano todo, com bar e lareira. E a cereja no topo do bolo: uma “state-of-the-art” sala de projeção e equipamento de som, com capacidade para 40 pessoas, projetada especialmente para exibições de filmes e eventos para televisão. Alguém sentiu cheiro de TIFF aí, gente?

O press release diz que os quartos são espaçosos. Eu vou poder conferir, de pertinho, daqui há alguns dias, quando terei o prazer de me hospedar por lá. Prometo registrar tudo e contar todos os podres! Pelas fotos, dá para reconhecer o look urban chic característico do grupo, com piso de madeira escuro, mármore carrera e piso aquecido nos banheiros (eu sei que isso não dá pra ver na foto; eu li no release, engraçadinho!)


Outra novidade é que o hotel vai funcionar ao lado de outro empreendimento do grupo: um condomínio com 336 unidades, projeto que surgiu da parceria da rede americana com as companhias de desenvolvimento canadenses, Freed Developments, Global Edge Investments e Time Equities, Inc.

Além do carro-chefe Scarpetta, o hotel oferece serviço diner 24 horas e um restaurante de sushi. Quem quiser dar uma paradinha no bar do lobby do hotel vai ser recepcionado por um mural tridimensional gigante do skyline de Toronto, pintado à mão pelo artista e designer espanhol Javier Mariscal. Não sei não, mas acho que ele vai ter que retocar a pintura daqui há alguns anos

31.5.10

Festival de artes Luminato em Toronto

Antes de vir para o Canadá, eu achava que só urso polar, daqueles de desenho infantil e zoológico, hibernava. Hoje, sinto na pele, literalmente, o que a palavra significa. E o que mais adoro no processo é quando ele termina! Toronto inteira parece acordar do longo e tenebroso período de frio que atravessa, amuada, entre os meses de dezembro ao comecinho de maio. É impressionante o que um raio de sol é capaz de fazer no humor das pessoas e calendário cultural de uma cidade.

Na América do Norte, o verão começa no dia 21 de junho, mas as celebrações ao período mais quente do ano antecedem seu início oficial.

Em Toronto, um dos primeiros eventos para ser curtido do lado de fora é o Doors Open Toronto, que eu falei aqui, na semana passada. Milhares de pessoas foram às ruas no último sábado e domingo, para visitar as mais de 150 atrações no calendário do evento, curtir a música ao vivo que rolava no Yonge-Dundas Square, no coração de Toronto, ou mesmo para trabalhar no bronzeado e apagar o branco-neve da pele.

Entre os dias 11 a 20 de junho, será a vez do Luminato, eclético festival de arte que leva para as ruas, parques e espaços culturais da cidade dezenas de opções gratuitas e pagas de teatro, dança, música clássica e contemporânea, filmes, artes visuais, gastronomia, literatura e até mágica. O lema do festival é causar “encontros acidentais com a arte” durante os seus dez dias de duração.




Nessa quarta edição do festival, o tema escolhido para os seis primeiros dias foi
“Divas”. O show de abertura será dia 11 de junho, às 19 horas, ao ar livre e de graça, no Yonge-Dundas Square, com as nativas Sass Jordan e Melanie Fiona, uma das estrelas atuais do estilo R&B, com o hit “Give it to me right".

Sass Jordan. Foto: Divulgação Luminato

Melanie Fiona. Foto: Divulgação Luminato

Com uma agenda tão multicultural quanto a da própria cidade de Toronto, o Luminato deste ano oferece desde concertos de orquesta sinfônica a apresentações de Bollywood, peças de teatro com nomes consagrados, como o do ator e cineasta John Malkovich, em Confessions of a Serial Killer, a filmes e documentários sobre diversidade social e muita arte nas galerias e parques da cidade.

E como em qualquer boa festa que se preze, tem também, muita comida. O President's Choice® 1000 Tastes of Toronto™ encerrará o festival, com dois dias de degustação no Queen’s Park. Por cinco dólares, será possível experimentar iguarias de, praticamente, todas as partes do mundo. E não pense que vai ser coisa de barraca de pastel, não. Tem muito chef bom participando, como os aclamados Jamie Kennedy (à frente do Gilead Café & Bistro e Gardiner Cafe, no belíssimo Gardiner Museum) e Susur Lee, (restaurantes Lee e Madeline’s, em reforma, com reabertura prevista para junho).

Divulgação Luminato


Gilead Cafe & Bistro, do renomado chef Jamie Kennedy, participante do President's Choice® 1000 Tastes of Toronto™ Foto: Divulgação


Banquete para o corpo e para a alma!

LUMINATO, em Toronto, de 11 a 20 de junho de 2010

27.5.10

Dia dos Namorados ou Valentine's Day?

Lendo o blog da minha amiga Alexandra Forbes essa semana, me dei conta de que estamos quase no final de maio, começo de junho e, portanto, próximo do Dia dos Namorados! Não tire conclusões precipitadas, achando que não sou romântica e que esqueci da data. Sou, sim, e muito. Mas é que, no Canadá, a comemoração é em fevereiro, dia 14. Happy Valentine’s Day!

Apesar da troca de fuso e de calendário, ainda sou brasileira, e meu marido já sabe: algumas comemorações, em nossa casa, acontecem em dobro. Dia dos Namorados é uma, assim como o Dia dos Pais, que está chegando por aqui (dia 20 de junho e não em agosto, como no Brasil). No Dia do Trabalho daí (em maio), eu labuto aqui, e no dia do trabalho daqui (Labour Day, em setembro), eu honro a causa, não fazendo ab-so-lu-ta-men-te nada.

Porém, voltando ao nosso assunto principal, que é o amor, estando em Toronto para as comemorações do coração, vai aqui uma dica de cenário perfeito para impressionar a cara metade e até, quem sabe, finalmente, pop the question: would you marry me?

Figura constante na lista dos melhores restaurantes de Toronto, o Canoe faz por merecer: o cardápio, inusitado e imaginativo, é assinado pelo premiado chefe Anthony Walsh, que preza por ingredientes locais e típicos do país, com muito peixe, frutos do mar, o famoso maple, queijos canadenses e frutas da época.


Se só isso não fosse suficiente, sua vista é, sem trocadilhos, o ponto alto do lugar. Situado no 54º andar da torre de escritórios TD Bank, no centro financeiro de Toronto, dá pra ver toda a imensidão da cidade lá de cima, margeada pelo plácido lago Ontario, mar de canadense. De tirar o fôlego.


Passada a tremedeira nas pernas, é hora de conferir o cardápio e a lista de vinhos, enooooorme. Não se deixe intimidar pelos nomes complicados do menu (Eggnog & Lingonberry? St. Canut Suckling Pig?); sinta-se à vontade para perguntar se não entender. O serviço é impecável; periga até você virar amigo do garçom e trocar emails no final.

Quando estive por lá, fui de Taste Canoe, ou menu degustação, e não podia ter feito melhor. O que vivi naquelas três magníficas horas foi um deleite de sabores e surpresas, regado com vinhos especialmente selecionados pelo sommelier da casa. Aliás, gaste um pouquinho mais e deixe o Will cuidar de você.

Eu não sou gourmet e ainda não sei usar palavras requintadas para falar de comida, mas sei comer e discernir o bom do aceitável, o meia-boca do extraordinário. O Canoe está lá no topo do meu pódio.

Acho que já sei onde vou levar meu Cupido no dia 12…

Canoe Restaurant Toronto, 66 Wellington Street West
(416) 364-0054



25.5.10

Inauguração das lojas Victoria's Secret no Canadá, update

Oi, pessoal, hoje eu estou cheia de updates! Vamos lá, agora é para as fãs da Victoria's Secret. Lembram que eu comentei sobre a chegada, este ano, das lojas da marca aqui no Canadá? Então, acabei de saber da assessoria de imprensa deles as datas certinhas para a inauguração, por cidade e shopping:

- Em Edmonton (província de Alberta): West Edmonton Mall, dia 12 de agosto
- Em Toronto (província de Ontario): Yorkdale Mall, dia 26 de agosto
- Em Mississauga (Ontario), no shopping Square One: dia 2 de setembro

* O shopping Eaton Centre, no centro de Toronto, também vai ter loja da VS, mas a data de abertura ainda não foi confirmada. Fiquem ligados!

Primeiro banheiro público pago de Toronto, update

Pois é, como eu prometi lá no meu primeiro post, eu fui conferir o tal do banheiro público pago que a empresa Astral Media acabou de implantar em Toronto, mais especificamente, na vizinhança do popular Harbourfront, entre as ruas Queen’s Quay e Rees. E aqui vai o resumo da ópera:
Discreto, ali na movimentada esquina, aquela caixinha blindada, mais para banheiro de avião aumentado, parece estar atraindo a atenção dos que passam. Fiquei por lá uns quinze minutos, observando o movimento. É engraçada a reação do povo, que pára, olha e faz os mais diversos comentários, entre “poxa, que legal”, a “que desperdício de dinheiro” e “tem que pagar pra usar?! Tô fora!”



Um imigrante que falava espanhol e estava na fila quando eu cheguei, parecia ser o responsável pelo bom andamento da procissão, porque foi logo perguntando: “Precisa muito ir ao banheiro? Porque, se precisar, só quero ver....” e apontou para o pessoal à nossa frente, com uma dúzia de crianças cada, todos da família e amigos dele.


Aliás, são as crianças as mais entusiasmadas com a novidade, com dedinhos ágeis, pondo à prova o painel de controle da cabine, que pisca verde quando livre e vermelho quando ocupado, com lugar para inserção de dinheiro e troco e descrições em inglês e francês.

Já na minha vez, que não demorou muito para chegar, contando que duas senhoras entraram junto com seus filhos pequenos (o lugar acomoda umas seis pessoas na boa), o que se vê é, como eu falei, uma réplica melhorada de banheiro de avião, com música ambiente e trocador de fraldas. Também com uma voz metálica, feminina, explicando, em inglês, o que esperar quando lá dentro. Tudo a um custo de 400 mil dólares por unidade (mas você só paga 25 centavos, don't worry!).


Cada usuário tem vinte minutos para usar a cabine, que dispara alarmes sonoros para lembrar do tempo restante antes que a porta se abra automaticamente. Depois disso, a cabine fica fechada por noventa segundos para higienização. Se fica limpo? Fica, mas ainda dá aquela sensação estranha de quando se usa banheiro público, sabe como é, né? Papel higiênico parece ter existido somente na inauguração, e olha que eu ainda brinquei sobre isso, lembram?

Mais dezenove banheiros iguais a esses serão instalados em Toronto, parte do contrato assinado entre a prefeitura e a Astral Media, que é responsável, também, pelos chamados street furniture da cidade: bancos, abrigos de pontos de ônibus, latas de lixos, entre outros.

Para aqueles em apuros no meio do jogging ou da caminhada, acredito que vá ser um grande alento. Só quero ver quanto tempo o pessoal vai aguentar na fila quando o inverno de -35 chegar...



TorontoHD/YouTube

21.5.10

Prazer em conhecer: este é o meu blog sobre Toronto!


por Alessandra Cayley


Meu primeiro post para a série Insiders. Que prazer! Aliás, meu primeiro post na vida, por isso, não me julguem muito, be gentle. Eu vou melhorando com o tempo!

Pensei, pensei no que ia falar sobre essa cidade que tem tanto a ser dito. Toronto não é como outras cidades cosmopolitas onde, assim que se entra, leva-se aquele baque, como um choque para reavivar o coração em processo de enfarto, a descarga de adrenalina que é andar de taxi em Nova York ou tentar atravessar a rua 25 de Março em época de Natal. Não, Toronto é sutil. Pelo menos essa foi a minha percepção de paulistana, acostumada a dividir a cidade com mais 19 milhões de pessoas...

Mas o que a faz, então, digna de ser chamada de a mais importante cidade do Canadá? Toronto é a terra das oportunidades, onde todo mundo que chega, quer ficar. A cidade está para o imigrante como São Paulo está para o resto do Brasil. É a capital financeira do país, o maior pólo de empresas e serviços, universidades e centros de pesquisas.


Toronto é um imã para migrantes e imigrantes. Uma cidade que nasceu com destino traçado já que, na linguagem indígena hurão, Toronto significa “ponto de encontro entre pessoas”.

Mas, ainda assim Toronto é sutil, conseguiu preservar o subtle charme do canadense de raiz. As centenas de raças que aqui se instalam, não se fundem ou são forçadas a abandonar seus costumes. Elas coexistem e se chamam de Canadian quando conveniente, o que forma um interessante mosaico de culturas, que se traduz na arquitetura, na gastronomia, na moda e na agenda cultural da cidade. Aliás, tal diversidade acabou virando um certo “cartão-postal não oficial” de Toronto, competindo, ombro a ombro, com a Torre CN, que nem a mais alta do mundo é.

Toronto tem tudo o que os grandes centros urbanos tem: trânsito caótico – seja de carros ou de gente nas calçadas -, um centro financeiro efervescente, ótimos restaurantes, bares, danceterias e casas de espetáculos, lojas, lojinhas e lojonas para todo tipo de bolso e um sistema de transporte público que funciona; nada como Nova York, mas funciona. Tem também lixo nas ruas, gente pedindo esmola, ônibus lotado e déficit público. Mas é o ar blasé com que seu povo encara tudo isso justamente o que faz a cidade diferente das demais do ranking.

O torontoniano é apressado, silencioso (menos os adolescentes, que parecem seguir um código de conduta universal), discreto (exceção para as roupas e esmaltes das meninas no verão) e acima de tudo, cidadão. E não vive sem moeda.

Não dá para sobreviver em Toronto sem change, troco em inglês. Eu peguei trauma. Se não tiver um passe, tem que ter a quantia certa para pegar ônibus ou metrô. Não tem cobrador para te dar o troco. Se quiser usar o orelhão, tem que ter 50 centavos certos, o telefone também não dá troco. Tendo que estacionar, se não tiver moeda, vai ter que enfiar o cartão de crédito no parquímetro, que não aceita dinheiro de papel.

Agora, a última e melhor: deu vontade ir ao banheiro? Vai passar vergonha, se não tiver 25 centavos.

O primeiro banheiro público operado por moedas em Toronto deve entrar em funcionamento até o final deste mês. O local escolhido foi a intersecção da Queen Quay com a Rees Street, na movimentada Harbourfront, calçada de frente para o lago Ontário.

De acordo com a empresa Astral Media, dona do projeto, nas próximas duas décadas a cidade irá ganhar mais 19 cabines como esta.

O negócio promete ser, claro, de primeiro mundo. As unidades serão auto-limpantes, com sensores capazes de detectar a saída do usuário do vaso sanitário, que será, então, devidamente lavado e desinfetado.

A ideia inicial era não cobrar pelo serviço, mas a empresa acredita que uma taxa, ainda que nominal, afastará possíveis vândalos. Também ajudará na manutenção da cabine, adaptada para cadeiras e rodas e munida de aquecedor e ar-condicionado.

Programas de assistência distribuirão passes para moradores de rua para que eles possam usar o novo banheiro público.

Agora, o mais curioso: as unidades serão monitoradas e, no caso de o sujeito não se retirar do recinto em tempo pré-determinado pelos sensores, um segurança irá inspecionar para ver o que se passa. É bom que ele traga papel higiênico extra.

Eu vou lá testar e volto pra te contar como foi!

Até o próximo post e prazer em e-conhecê-los!

Doors Open em Toronto

Sonho de toda shoeholic: poder entrar nas melhores lojas de sapatos da cidade, experimentar e comprar tudo, sem pagar. Sonho de todo amante de arquitetura e design: poder ter livre acesso a prédios de valor histórico, principalmente naqueles em que turista não é bem vindo, e vasculhar, fazer tour, tirar foto, tudo na faixa.

Bom, o primeiro desejo tá difícil de realizar, já o segundo pode ser facilmente resolvido, pelo menos para quem estiver em Toronto, no final de semana entre 29 e 30 de maio. É quando ocorre o Doors Open Toronto, quando prédios de importância histórica, cultural e ou social da cidade são abertos à visitação pública, for free. A grande sacada, que começou em Glasgow, na Escócia, se espalhou pelo mundo, com edições em grandes centros, como Chicago (não em 2010, por falta de budget) e Nova York. No Canadá, também abrem suas portas, Alberta e Niagara (tanto do lado americano quanto do canadense).


Video promocional do Open Doors Toronto 2010, feito pela prefeitura da cidade


Esse ano, serão 150 locais de visita em Toronto, incluindo o suntuoso prédio da companhia de seguros Canada Life, símbolo da cidade e lar do mais famoso termômetro por aqui. Instalado em 1951, é atualizado quatro vezes ao dia, piscando verde quando o céu está claro e sem nuvens, vermelho para tempo nublado ou chuva, e branco para neve. Agora você já sabe.

Prédio Canada Life. Foto: Flickr/Wikimedia Commons

Prédio Canada Life à noite. Foto: Flickr/Wikimedia Commons


Hotéis, como os transados Gladstone e Drake, estão na lista e eu aconselho a visita, assim como os clássicos turísticos, Casa Loma, City Hall e Flatiron Building (mais antigo do que o de Nova York e tão bonito quanto).

Gladstone Hotel. Foto: Divulgação


Drake Hotel. Foto: Flickr/Wikimedia Commons


Flatiron Building. Foto: Flickr/Wikimedia Commons

Veja a lista completa aqui, recarregue a bateria da câmera e não esqueça de usar algo confortável. Tá aí uma boa desculpa para comprar sapato novo...